quarta-feira, 13 de maio de 2026

Após condenação por homofobia, mulher foge do Brasil e é considerada foragida

Após condenação por homofobia, mulher foge do Brasil e é considerada foragida

A Justiça de São Paulo determinou a prisão preventiva de Jaqueline Santos Ludovico após concluir que ela deixou o Brasil para morar na Espanha, caracterizando tentativa de fuga definitiva. O mandado não está ligado ao caso de homofobia em que ela foi condenada, mas a um processo por atropelamento ocorrido em 2024, quando teria dirigido embriagada e fugido sem prestar socorro à vítima.

A decisão foi assinada pela juíza Giovanna Christina Colares, da Vara Regional das Garantias da 1ª Região Administrativa Judiciária (RAJ – Capital), atendendo a pedido da vítima e ao parecer do Ministério Público. Segundo a magistrada, há indícios de que Jaqueline se evadiu do país para evitar a aplicação da lei penal e comprometer o andamento do processo.

Conforme os autos, ela descumpriu medidas cautelares impostas anteriormente, como o comparecimento mensal em juízo e a proibição de sair da comarca por mais de oito dias sem autorização judicial. Uma certidão da Polícia Federal aponta que Jaqueline deixou o Brasil em 9 de outubro de 2025 e não havia registro de retorno até 5 de janeiro de 2026, o que reforçou a tese de fuga.

O processo que motivou a ordem de prisão se refere a um atropelamento na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, em junho de 2024. Câmeras de segurança mostram um veículo em alta velocidade atingindo um pedestre na faixa. A motorista fugiu do local e, segundo a polícia, apresentava sinais de embriaguez. Horas depois, ela retornou acompanhada da irmã e foi presa em flagrante, tendo a prisão posteriormente convertida em domiciliar e depois revogada, com imposição de medidas alternativas.

Apesar de o mandado atual tratar do atropelamento, Jaqueline já foi condenada em primeira e segunda instâncias por injúria por orientação sexual, além de responder por ameaça e lesões corporais em um episódio ocorrido em uma padaria de São Paulo, em 2024. Ela também é ré em Santa Catarina por suspeita de fraude eletrônica envolvendo transferências via PIX. Com a nova decisão, Jaqueline é considerada foragida da Justiça.

Compartilhar:

PUBLICIDADE

x(78)
Entregador preso por assalto é solto após imagens mostrarem que ele estava em outro bairro
Indígenas perseguem viaturas da PRF com arcos e flechas durante operação em Roraima
Indígenas perseguem viaturas da PRF com arcos e flechas durante operação em Roraima
melqui233
Vídeo: Treinador pr3so por suspeita de abus0 s3xual usa celular na cadeia para am3açar vít1mas
paçoca
Vídeo de adolesc3nte humilhad0 por filhos de empresários enquanto vendia paçocas em semáforo revolta população
caso-benicio2
Áudio atribuído a ex-marido de médica indiciada por m0rte de Benício Xavier menciona contato com juiz do TJAM: 'Nosso lado'
x(67)
Advogado negro é barrado em evento de luxo e Justiça condena hotel após abordagem de segurança
mulher-homo
Mulher se estressa no trânsito e faz at@ques homofób1cos contra motorista: 'V1adã0'
img_0383
Promotora se irrita após ser parada três vezes em blitz do Exército 
x(58)
Policial civil é preso após m4tar passageira de aplicativo com tiro nas costas
img_2068
Funcionária é flagrada passando geleia com os dedos em pão de pacientes e acaba demitida
Verified by MonsterInsights