sexta-feira, 3 de abril de 2026

Professora foi assassinada com faca que deu para aluno cortar doce em RO

Um crime ocorrido dentro de uma instituição de ensino chocou Porto Velho (RO) na noite de ontem. A professora de Direito Juliana Santiago foi morta a facadas no Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca). De acordo com a Polícia Civil, o autor do ataque é o aluno João Cândido da Costa, que teria agido motivado por ciúmes.

Segundo o boletim de ocorrência, o suspeito afirmou em depoimento que manteve um relacionamento amoroso com a professora por cerca de três meses. No período mais recente, ele teria percebido um afastamento por parte dela, como a falta de respostas a mensagens. A situação teria se agravado após ele ver uma publicação da vítima ao lado de um ex-companheiro em uma rede social, o que o deixou emocionalmente alterado.

A arma usada no crime foi uma faca que a própria professora havia entregue ao aluno um dia antes, para que ele cortasse um doce de amendoim. Conforme a polícia, o objeto estava dentro da vasilha e tinha características pontiagudas, semelhantes a um punhal.

Ainda de acordo com o relato do autor, ele aguardou que os demais alunos deixassem a sala para ficar sozinho com a professora. Os dois teriam iniciado uma conversa sobre o relacionamento, que evoluiu para uma discussão. Nesse momento, ele desferiu golpes de faca contra a vítima e tentou fugir, mas foi contido por pessoas que estavam no local.

Uma testemunha relatou à polícia que estava em uma sala próxima quando ouviu gritos e o barulho de cadeiras sendo derrubadas, por volta das 21h50. Ao verificar o que ocorria, viu alunos correndo e a professora ferida, enquanto o agressor tentava escapar.

Juliana Santiago foi levada em um veículo particular ao Hospital e Pronto-Socorro João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos e teve o óbito confirmado na unidade de saúde.

Após o ataque, estudantes conseguiram imobilizar o suspeito em uma sala da faculdade até a chegada da polícia. Os agentes encontraram o homem sob contenção, com lesões aparentes no braço e na perna.

Para a Polícia Civil, as declarações prestadas pelo autor podem agravar a situação jurídica dele, já que o fato de ter aguardado a saída dos colegas é considerado indício de premeditação e de uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Diante disso, foi dada voz de prisão ao suspeito, com a comunicação de seus direitos constitucionais.

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