quarta-feira, 15 de abril de 2026

Juiz decide que dono de supermercado Vitória não será julgado pela morte de sargento em Manaus

Justiça decide que dono de supermercado não será julgado pela morte de sargento em Manaus

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) vai ingressar com recurso nesta quinta-feira (27), após o juiz Fábio Lopes Alfaia, decidir nesta quarta-feira (26) que Joabson Agostinho Gomes, dono da rede de supermercados Vitória não irá a julgamento pela morte do sargento do Exército Lucas Ramon Guimarães, ocorrido em setembro de 2021. 

Na decisão, a Justiça decidiu pela impronúncia dos cinco acusados no caso de assassinato, Joabson, Romário Vinente Bentes, gerente de uma das unidades, além de Kamylla Tavares da Silva, Kayandra Pereira Castro e Kayanne Castro Pinheiro dos Santos. Silas Ferreira da Silva, acusado pelos disparos que mataram a vítima, teve sua prisão preventiva mantida.

A impronúncia é uma decisão judicial que rejeita a acusação e encerra a primeira fase do processo do Tribunal do Júri, ocorrendo quando não há provas suficientes para acusar o réu. A sentença destacada que decisão de impronúncia não significa que o réu seja inocentado em definitivo, mas sim que não há provas mínimas para sua submissão ao Júri Popular.

Para o promotor de Justiça Márcio Pereira de Mello, da 105ª Promotoria de Justiça de Manaus, Joabson, como mandante do crime de homicídio, e os demais devem ir a Júri Popular. “O executor do crime, o réu Silas Ferreira da Silva, foi submetido a interrogatório policial no mesmo dia, na presença de dois delegados da Polícia Civil, e confessou a prática do delito, narrando detalhes da empreitada criminosa. Ele informou, ainda, que sua contratação se deu por intermédio de uma possível funcionária do supermercado Vitória, pessoa que também lhe entregou um celular mais tarde utilizado para manter contato sobre o crime”, argumentou.

O crime

O crime ocorreu em uma cafeteria de propriedade do sargento Lucas Ramon Guimarães, localizada no bairro Praça 14. Imagens das câmeras de segurança mostraram o momento em que um homem entrou no estabelecimento e executou o militar, fugindo em seguida em uma motocicleta.

De acordo com a denúncia do MP, a motivação do crime seria um relacionamento extraconjugal entre o sargento (que era casado) e a mulher de um dos acusados, o empresário Joabson Agostinho Gomes.

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