sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Justiça mantém proibição da atuação da 99 Mototáxi em São Paulo

A Justiça de São Paulo indeferiu o mandado de segurança impetrado nesta quarta-feira (15) pela empresa 99 no qual pedia que o serviço de mototáxi continue funcionando na capital paulista. A plataforma iniciou o transporte de passageiros em motocicletas na manhã de ontem na cidade. O prefeito Ricardo Nunes disse que a empresa não tem autorização para oferecer o serviço na capital, já que existe um decreto municipal com essa proibição. A 99 alega que a legislação federal estabelece que as prefeituras podem regulamentar e fiscalizar a atividade com exigências específicas, mas não têm o poder de proibi-la.

O juiz Josué Vilela Pimentel argumenta que o município criou um grupo de trabalho para “estudos, análises e proposição de medidas de regulamentação da atividade de transporte individual de passageiros por motocicletas, inclusive em relação às pessoas jurídicas que se utilizam de aplicativos para mediar o serviço” e que, em sua conclusão, não recomenda a implantação do transporte por motocicletas em viagens acionadas através de aplicativos. Segundo ele, o grupo baseia sua conclusão nas particularidades do trânsito da capital paulista, que não pode ser comparado ao de qualquer outro município do país.

Além disso, o juiz considerou que a impetração por parte da 99 é intempestiva, já que a proibição ocorreu ontem. “Em que pesem os argumentos fáticos e jurisprudenciais trazidos com a impetração, não vislumbro presentes os requisitos necessários à concessão da ordem liminarmente. A própria impetração já alerta para a existência do Decreto Municipal 62.144/2023, embora o repute ilegal e inconstitucional. Tal Decreto suspendeu, temporariamente, a utilização de motocicletas para o transporte individual remunerado de passageiros por aplicativo no Município de São Paulo”, diz o texto.

Posição da empresa

Já a 99 entende que a decisão do juiz negou a liminar por avaliar que não existe, hoje, ameaça concreta da prefeitura contra o serviço da 99Moto. “O magistrado não analisou o mérito sobre a legalidade do serviço, que é plenamente amparado pela legislação federal. Por isso, a modalidade continuará operando normalmente na cidade”, diz a 99 por meio de nota. A empresa adianta que recorrerá ao Tribunal de Justiça de São Paulo para garantir os direitos da empresa e de seus motoristas e usuários.

Com informações da Agência Brasil

Compartilhar:

PUBLICIDADE

D28BFCE2-C033-4316-8383-95B45FDCA7A7
Roberto Cidade cobra da Amazonas Energia o restabelecimento da energia elétrica em comunidades de Manicoré, que estão há meses sem abastecimento regular
Estudante de medicina da USP acusada de desviar quase R$ 1 milhão é condenada a 3 anos por golpe em lotérica
Estudante de medicina da USP acusada de desviar quase R$ 1 milhão é condenada a 3 anos por golpe em lotérica
netflix
Após surt0s e publi de visibilidade com a Netflix, MP quer internar Patixa Teló em casa de acolhimento
juiza
Magistrados são 'totalmente ultrajados' e 'não tem água', afirma representante da categoria no STF
myBlurPhoto (55)
Menina de 16 anos é encontrada m0rta, amarr@da e com l@rvas após família confessar que a manteve em cárcer3; veja
jovem-morta
Vídeo: Quatro meses após amiga ter as pernas amput@das, jovem de 22 anos também é m0rta pelo marido 
x(26)
Pablo Marçal é proibido pela Justiça de frequentar bares, boates e pr0stíbul0s por dois anos
x(19)
Com medo de serem presos, Renato Júnior, Izabelle Fontenelle, Lidiane Fontenelle e Dulce Almeida pedem habeas corpus preventivo após Operação Erga Omnes
filhojuiz
População enfurecida tenta fazer justiça contra filho de juiz que atr0pel0u e mat0u vendedora em rodovia
D3588EEB-0AEF-4570-86E6-792B68205951
Plenário Ruy Araújo aprova proposta de Roberto Cidade que amplia proteção ao consumidor de operadoras de TV por assinatura e internet
Verified by MonsterInsights