A atriz Isis Valverde chegou a um acordo de R$ 30 mil com a ex-cozinheira Márcia Raimunda, encerrando processo trabalhista que ocorria na 23ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. O entendimento foi formalizado em 25 de novembro de 2025 e seis parcelas de R$ 5 mil.
A ex-funcionária alegava na ação que cumpria jornadas de 12 horas diárias com apenas 20 minutos de intervalo e pedia inicialmente uma indenização de cerca de R$ 400 mil. Ela alegou acumular funções e ter passado de R$ 1,5 mil por mês para R$ 2,5 mil, mesmo diante do alto volume de trabalho.
Após a repercussão do caso, Isis Valverde usou suas redes sociais para se manifestar. Em publicação no Instagram, a atriz negou as acusações e afirmou ter sido alvo de “interpretações e afirmações” falsas. “Nos últimos dias, tenho visto interpretações e afirmações sobre mim que não são verdadeiras. Acima de tudo, que fique claro que tenho absoluto respeito pelas pessoas e pelos seus direitos. Jamais agiria diferente em relação a isso. Por isso, considerei importante me manifestar neste momento”, escreveu.
Sem entrar em detalhes sobre os termos do acordo, a artista disse confiar na Justiça e avaliou que a solução encontrada foi a melhor para ambas as partes. “Eu respeito a opinião das pessoas, mas não acredito neste formato baseado em acusações e afirmações infundadas e distorcidas. Decidi que vou seguir confiando que a verdade sempre encontra o seu caminho. E aproveito para agradecer a todos que me mandaram mensagens de carinho”, completou.
O advogado Ricardo Brajterman, que representa a atriz, defendeu a conduta da cliente e afirmou que Isis Valverde teria dado à ex-funcionária uma casa e custeado um curso de gastronomia durante o período de trabalho. “Quem ataca Isis não sabe que, durante o tempo em que trabalhou para ela, a reclamante ganhou um curso e uma casa! Foi tratada com toda educação, carinho e, sobretudo, dentro do que a Lei Trabalhista determina”, declarou o defensor.
Com o acordo homologado pela Justiça, o processo foi arquivado sem a condenação da atriz, que não admite culpa, mas optou pela via consensual para encerrar a disputa. A ex-funcionária e sua defesa não se manifestaram publicamente sobre os termos do entendimento até o momento.