sábado, 28 de fevereiro de 2026

Líder indígena tem prisão preventiva decretada após denúncia de estupro feita por turista

O líder indígena Isaka Ruy Huni Kuî, acusado de estuprar a turista chilena Loreto Belen durante sua estadia na Aldeia São Francisco, em Feijó (AC), teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e é considerado foragido. A decisão foi tomada após a polícia receber o laudo médico da vítima, que apontou indícios de estupro mediante fraude.

Conforme o delegado Dione Lucas, responsável pela investigação, a prisão foi solicitada para garantir o andamento das apurações e evitar qualquer tentativa de intimidação à vítima. A Polícia Civil teve conhecimento de que o suspeito se preparava para deixar o município, mas não pôde agir antes da expedição do mandado judicial.

Além do crime de estupro, a polícia investiga o desaparecimento de um dos celulares da turista e apura se houve roubo ou furto. Outros possíveis crimes também não foram descartados.

A vítima, que permaneceu na aldeia por mais de um mês, relatou três episódios de abuso, o último em 17 de junho. Ela registrou os relatos em vídeos, realizou exames médicos e foi atendida por órgãos de apoio à mulher. Atualmente, Loreto está no Chile, na casa da mãe.

A defesa de Isaka, que nega as acusações, entrou com pedido de revogação da prisão preventiva alegando que ele não representa risco às investigações. O advogado do suspeito informou que ele deve se apresentar à polícia entre os dias 7 e 8 de julho. A Polícia Civil também deve visitar a aldeia para ouvir familiares e outras testemunhas.

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