Um policial militar foi morto a tiros na noite de 4 de agosto, em Várzea Grande, Mato Grosso. Renato atuava como instrutor de jiu-jítsu em um projeto social quando Jonathan teria chegado armado ao local e efetuado vários disparos contra ele. Segundo a investigação, o ataque teria sido motivado pelo relacionamento que a vítima mantinha com a mulher do suspeito.
Mesmo ferido, Renato foi socorrido por uma equipe da Polícia Militar e levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu aos ferimentos. Jonathan foi preso em flagrante logo após o homicídio e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça.
Conforme as investigações, Renato e a mulher de Jonathan teriam mantido um relacionamento por mais de dois anos, com períodos de término e reatamento. A descoberta do envolvimento teria sido a justificativa apontada para o assassinato. A Polícia Civil afirma que Jonathan teria agido sozinho.
A arma usada no crime, segundo a investigação, pertencia ao suspeito e estava em posse irregular havia vários anos. Jonathan permanece preso preventivamente, enquanto os investigadores aguardam laudos de balística e outros exames relacionados ao homicídio.