segunda-feira, 18 de maio de 2026

Cabo da reserva da Marinha é pres0 suspeito de usar documento falso para registrar bebê vít1ma de tráf1co de pessoas

A Polícia Civil do Pará deflagrou na última segunda-feira (23), em Belém, a “Operação Origem”, que resultou na prisão preventiva de Frank William Pereira Pacheco, cabo da reserva da Marinha do Brasil. Ele é investigado pelos crimes de tráfico de pessoas, falsificação de documento público e uso de documento falso. As investigações buscam localizar um bebê de seis meses que seria vítima do esquema.

Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão na residência do suspeito. Até a última atualização desta reportagem, a defesa de Pacheco não havia sido localizada para comentar o caso.

Segundo as apurações, Pacheco utilizou uma Declaração de Nascido Vivo (DNV) extraviada, originalmente emitida pela Santa Casa de Misericórdia de Belém para outra criança, para registrar um recém-nascido de forma fraudulenta. O documento falso indicava que a criança era filha do militar e de Sebastian Silva dos Santos, apontada como suposta mãe pela investigação.

A genitora real da outra criança deu à luz em agosto de 2025. Ao procurar um cartório para registrar o próprio filho com a segunda via da DNV, ela descobriu que um registro já havia sido feito em seu nome, mas com pai ignorado e uma fotografia diferente no documento de identidade. Exames de perícia papiloscópica e documentoscópica confirmaram as irregularidades biométricas e biográficas, comprovando a falsidade documental.

Inicialmente, o caso apontava para uma adoção ilegal, mas a polícia agora trabalha com a hipótese de tráfico de pessoas. Durante as buscas no endereço do investigado, o bebê de seis meses registrado como filho de Pacheco não foi localizado com a família, que nega qualquer conhecimento sobre a criança.

O suspeito alegou, em depoimento, que teria encontrado a DNV e outros documentos na rua, e que registrou a criança apenas para obter auxílio-natalidade, insistindo que o bebê “jamais existiu”. A versão, no entanto, é considerada inconsistente pelas autoridades policiais.

Pacheco já possui antecedentes criminais por falsificação de documentos de veículos e cumpre pena em regime aberto por esses delitos. Durante a operação, seu celular foi apreendido. Ele foi interrogado e permanece à disposição da Justiça. As diligências seguem em andamento para localizar o bebê, esclarecer sua origem e identificar outros possíveis envolvidos no esquema de tráfico de pessoas e falsificação em Belém.

Em nota, a Marinha do Brasil afirmou que “não compactua com qualquer tipo de conduta que atente contra a dignidade humana, principalmente de crianças, e repudia desvios comportamentais que não encontram respaldo nos princípios éticos da Força”.

Compartilhar:

PUBLICIDADE

super
Vídeo: Homem tenta m@tar mulher com o filho pequeno dentro de supermercado
x(4)
Delegado condenado por abuso de autoridade é preso por tentar matar investigador
x(2)
Prints revelam obsessão de tenente-coronel acusado de matar esposa por soldado da PM
orelha6
Caso Orelha é arquivado e juíza nega pedido de internação de ad0lesc3nte
ladrao-e-vacilao
Jovem que foi pun1d0 com 'ladrã0 e vacilão' na testa é condenad0 por furt0 em posto de saúde
x(8)
Menino de 2 anos passa mal em creche, d3feca 2 camisinhas e mãe é presa em flagrante
x(1)
Homem pergunta “por que está rindo?” e atira no rosto de jovem autista
x(2)
Madrasta e avó são presas após menino de 11 anos morrer acorrentado dentro de casa
ceo
CEO da franquia Odonto Excellence é indiciado como mandante do assass1nat0 do funcionário
IMG_0073
A política da alta performance chegou ao Amazonas?
Verified by MonsterInsights