Pablo Marçal firmou um acordo com a Justiça Eleitoral que estabelece uma série de restrições pelos próximos dois anos, entre elas a proibição de frequentar bares, boates e casas de prostituição.
A medida faz parte da suspensão condicional de um processo relacionado às eleições municipais de 2024 em São Paulo.
A ação teve origem após declarações feitas por Marçal durante a campanha, quando ele acusou o então candidato Guilherme Boulos de uso de drogas e apresentou um documento posteriormente considerado falso. O caso foi levado à Justiça após denúncia do Ministério Público Eleitoral.
Pelo acordo, além das restrições de frequentar determinados locais, Marçal deverá comparecer periodicamente à Justiça, pagar multa e não poderá deixar a comarca de Barueri sem autorização judicial. O advogado Tassio Botelho, que também era investigado, aderiu às mesmas condições.