terça-feira, 24 de março de 2026

Após condenação por homofobia, mulher foge do Brasil e é considerada foragida

Após condenação por homofobia, mulher foge do Brasil e é considerada foragida

A Justiça de São Paulo determinou a prisão preventiva de Jaqueline Santos Ludovico após concluir que ela deixou o Brasil para morar na Espanha, caracterizando tentativa de fuga definitiva. O mandado não está ligado ao caso de homofobia em que ela foi condenada, mas a um processo por atropelamento ocorrido em 2024, quando teria dirigido embriagada e fugido sem prestar socorro à vítima.

A decisão foi assinada pela juíza Giovanna Christina Colares, da Vara Regional das Garantias da 1ª Região Administrativa Judiciária (RAJ – Capital), atendendo a pedido da vítima e ao parecer do Ministério Público. Segundo a magistrada, há indícios de que Jaqueline se evadiu do país para evitar a aplicação da lei penal e comprometer o andamento do processo.

Conforme os autos, ela descumpriu medidas cautelares impostas anteriormente, como o comparecimento mensal em juízo e a proibição de sair da comarca por mais de oito dias sem autorização judicial. Uma certidão da Polícia Federal aponta que Jaqueline deixou o Brasil em 9 de outubro de 2025 e não havia registro de retorno até 5 de janeiro de 2026, o que reforçou a tese de fuga.

O processo que motivou a ordem de prisão se refere a um atropelamento na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo, em junho de 2024. Câmeras de segurança mostram um veículo em alta velocidade atingindo um pedestre na faixa. A motorista fugiu do local e, segundo a polícia, apresentava sinais de embriaguez. Horas depois, ela retornou acompanhada da irmã e foi presa em flagrante, tendo a prisão posteriormente convertida em domiciliar e depois revogada, com imposição de medidas alternativas.

Apesar de o mandado atual tratar do atropelamento, Jaqueline já foi condenada em primeira e segunda instâncias por injúria por orientação sexual, além de responder por ameaça e lesões corporais em um episódio ocorrido em uma padaria de São Paulo, em 2024. Ela também é ré em Santa Catarina por suspeita de fraude eletrônica envolvendo transferências via PIX. Com a nova decisão, Jaqueline é considerada foragida da Justiça.

Compartilhar:

PUBLICIDADE

x(225)
Color Jitsu: a estratégia que une educação, esporte e proteção para crianças longe das telas
Design sem nome (3)
Caso Benício: médica é suspeita de usar vídeo adulterado para tentar enganar a Justiça
x(216)
Desembargador amigo de coronel acusado de m4tar esposa PM é investigado após ir na cena do crime
Justiça solta mãe de Henry Borel, acusada de não impedir agressões que levaram à morte do filho
Justiça solta mãe de Henry Borel, acusada de não impedir agressões que levaram à morte do filho
dayse
Visto como possessivo e controlador, policial federal não aceita fim da relação e m@ta namorada comandante
B3C0BB78-DEBD-4EA9-985A-469B993F3414
Presidente Roberto Cidade recebe da conselheira Yara Lins o relatório de prestação de contas do TCE-AM
bolsonarodf
PGR dá parecer favorável à prisão domiciliar de Bolsonaro
Nosso primeiro passeio depois da alta ❤️❤️❤️❤️❤️ ALANA VIVE🙏
Jovem que sobreviveu após levar 30 f@cadas de homem obc3cad0 faz primeiro passeio após alta
empresaria
Diretor de presídio é suspeito de m@tar empresária em hotel de Aracaju e tentar su1cídi0 em seguida
namorados
Jovem é m0rta com f@cada pelo namorado e depois ele assume para a mãe: 'Não aguentava mais a Raiane'
Verified by MonsterInsights