sábado, 18 de abril de 2026

Justiça condena Gol a indenizar passageiras agredidas por não cederem assento a criança

A Companhia aérea Gol foi condenada a pagar R$ 10 mil de multa para cada uma das duas mulheres que foram agredidas dentro de um avião. As duas são mãe e filha e o caso ocorreu em fevereiro de 2023, em voo que sairia de Salvador a São Paulo. A decisão é da Vara Cumulativa de Cubatão (SP).

Uma das vítimas, na época com 42 anos, viu que sua poltrona estava ocupada por uma mulher com uma criança com deficiência no colo. Ele pediu para a mesma desocupar o assento, mas passou a ser xingada pela família da criança.

A filha, que na época tinha 19 anos, foi defender a mãe e acabou também agredida física e verbalmente. Os envolvidos deixaram o voo da Gol.

Toda a confusão foi filmada e exposta na internet. Um áudio de um comissário de bordo vazou e ele culpou mãe e filha por não terem “empatia”.

Mãe e filha registraram um boletim de ocorrência sobre o caso e, em junho do ano passado, entraram na Justiça contra a companhia aérea. 

Em março deste ano, o juiz da 4ª Vara de Cubatão, Sérgio Castresi de Souza Castro, condenou a Gol por danos morais. De acordo com Castro, as mulheres tinham direito de usufruir do serviço contratado (poltrona na janela) e o dever da companhia era impedir outros passageiros de se sentarem em assentos reservados, justamente para evitar confusão.

Na época da circulação dos vídeos na internet, a companhia aérea lamentou o ato de violência e reforçou que as ações da equipe de tripulantes foram tomadas com foco na segurança.

De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), cabe recurso da decisão. Procurada, a Gol afirmou que não comentará o assunto.

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