terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Ludmilla processa vereador de Manaus, pede indenização de R$ 70 mil e ele reafirma: ‘Música pr0stitut@’

A cantora Ludmilla moveu uma ação de indenização por danos morais contra o vereador de Manaus Ubirajara Rosses do Nascimento Júnior, conhecido como Coronel Rosses. O processo se baseia em declarações feitas pelo parlamentar na tribuna da Câmara Municipal de Manaus (CMM) em 13 de setembro de 2025, nas quais ele acusou a artista de “aliciar crianças” durante o festival “Sou Manaus – Passo a Paço 2025”.

A apresentação de Ludmilla, que encerrou o evento na madrugada do dia 7 de setembro, atraiu milhares de pessoas. Na época, o vereador falou sobre a artista e criticou sua presença: “Não sabemos ainda quanto a Ludmilla gastou, aliás, embolsou pra vir aqui aliciar nossas crianças”. Segundo a defesa dela, a fala é falsa, ofensiva e extrapola os limites da liberdade de expressão e da imunidade parlamentar, causando danos à sua honra e imagem.

Os advogados Gustavo Mizhahi, Felipe V. Rei, Yuri Paesleme e Thayná Costa, representantes da artista, pedem uma indenização de R$ 70 mil e uma retratação pública, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. O processo inclui prints de redes sociais que demonstram a repercussão negativa das acusações.

Vereador mantém discurso e anuncia ação popular

Mesmo após ser processado, o vereador Coronel Rosses reafirmou suas declarações em novo pronunciamento na CMM nesta segunda-feira (10), justificando-se como defensor da “família e dos bons costumes”. Ele afirmou que o verbo “aliciar” significa “atrair, seduzir” e seria aplicável à crítica que fez ao show.

“Ela me processou por eu ter dito a verdade. Mando um recado para essa senhora Ludmilla: Manaus tem gente de coragem que quer defender a família, que não quer que seus filhos sejam aliciados com esse tipo de música obscena e prostituta”, declarou.

O parlamentar também informou que ingressou com uma ação popular solicitando a devolução aos cofres públicos do valor pago à cantora pelo show.

O caso agora será analisado pela Justiça, que deverá avaliar os limites da imunidade parlamentar e o eventual abuso do direito de expressão.

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