terça-feira, 14 de abril de 2026

Mulher leva R$ 103 milhões na Mega Sena no mês do casamento, marido pede separação e pede metade

Um caso segue sem solução até hoje na Justiça de Pernambuco, onde um homem pede a metade do prêmio da ex-mulher, que faturou R$ 103 milhões em 2020, na Mega Sena. É que o casal começou a namorar em abril daquele ano, noivou em agosto, casou em outubro e, no mesmo mês, no dia 7, a sorte bateu na porta. Mas, nove meses depois, se separaram.

A mulher, ex-dona de barraca de lanches, diz que o casamento terminou por grosserias dele. Na separação, deu R$ 10 milhões para o homem e mais R$ 1 milhão para cada um dos filhos dele. Em seguida, se mudou de cidade.

Um ano depois, o homem alegou que eles tinham união estável antes do prêmio e que ela resolveu tirar o dinheiro de uma conta conjunta dos dois. A ex-dona de barraca de lanches diz que ficou milionária sozinha e que o divórcio foi com separação total de bens.

Em dezembro de 2023, a Justiça bloqueou parte do prêmio até que se decidisse o destino do dinheiro.

O matrimônio durou apenas nove meses e o homem buscou a Justiça e reivindicou R$ 66 milhões, referentes a metade do prêmio, além de indenização por danos morais e materiais.

“Agindo de má-fé, sendo maquiavélica e sorrateira com relação aos valores do casal, de forma que logo após transferir todo o dinheiro do casal, de forma cruel, imediatamente pediu a separação, queria o divórcio, deixando o requerido sem nenhum meio de sobreviver, pois o mesmo ainda precisava fazer uma cirurgia, e agora se encontrava sem ter condições financeiras para fazer a cirurgia”, escreveu a defesa.

O homem alega união estável e diz que os dois tinham relações sexuais antes do casamento e acrescentou que dormiam juntos em um colchonete de solteiro dentro da barraca dela. A mulher, porém, diz que é evangélica, não tinha intimidade antes do casamento e que ela dormia sozinha na barraca, após ser despejada da casa alugada, e que ele morava com a irmã em outro bairro.

Em dezembro de 2023, a Justiça mandou bloquear 50% dos bens dela. Porém, só teriam sido encontrado R$ 22,5 milhões. Uma decisão de fevereiro de 2024 liberou 10% desse valor. A defesa da ganhadora diz que ela atualmente vive com metade do prêmio e que, por segurança, mudou de cidade por causa do dinheiro recebido.

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