sábado, 28 de fevereiro de 2026

Deputado Glauber Braga causa confusão ao sentar na cadeira da presidência da Câmara em protesto contra votação de sua cassação

A sessão plenária desta terça-feira (9) na Câmara dos Deputados foi interrompida após uma ação envolvendo o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ), retirado à força da cadeira da presidência por agentes da Polícia Legislativa Federal. O parlamentar havia ocupado o posto em protesto contra a decisão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), de incluir em votação o pedido de cassação de seu mandato, além dos processos contra Carla Zambelli (PL-SP) e Delegado Ramagem (PL-RJ), ambos condenados pelo Supremo Tribunal Federal.

O ato de Braga ocorreu após ele contestar a condução da pauta e relembrar episódio de agosto, quando deputados da oposição permaneceram por cerca de 48 horas obstruindo fisicamente a mesa diretora sem qualquer retirada forçada. Desta vez, menos de uma hora após o início do protesto, agentes de segurança intervieram e o removeram sob protestos de aliados. Enquanto isso, o sinal da TV Câmara, que transmitia a sessão ao vivo, foi cortado, e a imprensa também foi retirada do plenário, medida cuja autoria ainda não foi oficialmente explicada.

Imagens feitas por parlamentares mostram o momento da remoção, em que Glauber aparece com as roupas rasgadas, sendo levado para o Salão Verde. No local, ao lado de deputados governistas, o parlamentar criticou duramente a condução de Motta, afirmando que a retirada foi uma resposta seletiva e comparando os tratamentos distintos entre episódios semelhantes. Ele também classificou como “ofensiva golpista” a combinação da votação de sua cassação com projetos que tratam da redução de penas relacionadas aos atos antidemocráticos.

Glauber declarou que continuará defendendo as liberdades democráticas até a votação marcada para quarta-feira (10), quando o plenário analisará sua possível perda de mandato. Já Hugo Motta, em nota publicada nas redes sociais, afirmou que o deputado desrespeitou a instituição e agiu de forma reincidente. O presidente da Câmara também disse ter determinado a apuração sobre eventuais excessos na restrição do trabalho da imprensa durante o episódio.

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